Combatentes jihadistas, mortos ou procurados, julgados em Paris a partir de segunda – 04/01/2020

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Paris, 4 Jan 2020 (AFP) – Esse poderia ser chamado de o julgamento dos fantasmas da jihad. O tribunal criminal especial de Paris julga, a partir de segunda-feira, 24 pessoas, a maioria das quais esteve no Iraque ou na Síria entre 2014 e 2015 e morreu em nome do “califado”.

Convertidos ao islamismo radical em uma mesquita clandestina ou com mentores, alguns foram animados por uma dinâmica de grupo reforçada pela proclamação do “califado” jihadista em junho de 2014.

Eles tinham entre 20 e 30 anos quando deixaram a França, antes ou depois dos ataques em janeiro de 2015 contra a revista satírica Charlie Hebdo e o supermercado Hyper Cacher.

Apenas cinco deles comparecerão perante o tribunal por associação ilegal para fins terroristas. Todos os demais são oficialmente “procurados”, mas a maioria morreu em bombardeios ou ataques suicidas, de acordo com o testemunho de familiares e informações reunidas pelos investigadores.

Esse curioso julgamento, povoado por ausentes, promete esclarecer a jornada mortal de personalidades emblemáticas da galáxia jihadista francófona.

Entre os fantasmas acusados estão os irmãos Belhoucine, cujo primogênito Mohamed é considerado o mentor do assassino do Hyper Cacher, ou o jovem convertido Quentin Roy, cujos pais se tornaram figuras do Coletivo de Famílias Unidas, que exigem o repatriamento de jihadistas para julgá-los na França e de seus filhos.

Aprendiz engenheiro, Mohamed Belhoucine é considerado o autor do juramento de lealdade ao grupo Estado Islâmico (EI) lido por Amedy Coulibaly ao reivindicar o ataque no Hyper Cacher (4 mortos).

Em 2 de janeiro de 2015, alguns dias antes do ataque, ele chegou à região iraquiana-síria pela Espanha, junto com seu irmão Mehdi e Hayat Boumedienne, casal de Coulibaly.

Mehdi Belhoucine morreu em abril do mesmo ano, atingido por um morteiro em Tikrit (Iraque), enquanto seu irmão Mohamed morreu em um combate no início de 2016.

Vários membros do seu grupo, incluindo Haitem Juini ou o casal Faucheux, também morreram em 2016 e 2017.

Quentin Roy faz parte de outro grupo, o dos jovens de Seine Saint-Denis (arredores de Paris), em particular de Sevran, que partiram alguns meses antes para à Síria através da Turquia.

Embora não neguem seu interesse pelo Estado Islâmico, os réus que estarão presentes negam fortemente sua participação em uma atividade criminosa.

Iliès Benadour chama a si mesmo de um muçulmano “normal” e afirma que seus amigos só foram à Síria para ajudar as populações carentes.

Quanto a um de seus co-réus, Sassim Sekour, preso no início de novembro de 2015 quando tentava sair pela segunda vez, disse ser “nem a favor nem contra” os ataques a Charlie Hebdo. O julgamento termina em 17 de janeiro.

sb/jt/lp/cac/mab/eg/mr




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